It's right
A barbarian is made of readen songs and sang books
Of poetries felt, and declaimed kisses
Do not invite him to theatre, he will attend
Do not invite him to serenade, or he will attend
Do not offer him the nightcap, he will accept
Do not provoke him to go beyond limits, he will dare
Do not discuss ideas with him, he will instigate you
Do not ask him a question, you'll get answered
Do not smile to him, you'll get kissed.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
domingo, 2 de setembro de 2012
Eleições em Curitiba:
Depois de assistir na íntegra (um tanto atrasado, eu sei) o primeiro debate dos candidatos a prefeito na Band, a primeira impressão é (só opinião, tá?!):
Ratinho Junior-
Papagaio do conservadorismo popular: Apela pra Deus, pra Pátria e pra Família (alguém já viu isso em algum lugar?)... E além disso dá um toque de populismo apelando pros amiguinhos. Não é nem "A Dilma me apoia" (até porque o PT apoia o Fruet), o negócio é "Eu sou amigo pessoal do Lula", só faltou chamar de "brother", assim como também é amigo pessoal do Malafaia e de outros com quem andou passeando pelo Sítio Cercado (onde inclusive andou vomitando algumas bobagens sobre "o que não gostaria que sua filha visse quando crescer..."). Além do horror de ter começado a falar em "aumentar o contingente policial", quando perguntado "como ia cuidar das pessoas que sofrem de dependência química" Partido nanico de um apelo conservador muito forte e coligação meio esquisita, que reúne gente que supõe-se que pensa bem diferente (tipo PC do B e PT do B), lembram quem venceu a eleição nacional desse mesmo jeito no ano que eu nasci?! A catástrofe dele ganhar aqui vai ser a mesma de o Russomanno ganhar em SP. Quem achava o PSDB "ultrarreacionário", espere só até ver esse cara na Prefeitura.
Luciano Ducci-
Acho sinceramente que ele não vive na mesma cidade que nós, talvez em algum disco-voador ou coisa assim. Prefeito, o Jardim Terra Santa não fica no Pinheirinho, fica no Tatuquara, e não, as casas não são todas feitas de alvenaria, e a população lá não se sente tão segura (talvez ele não descobriu porque lá não tem Street View). Tudo bem ele ter aquele jeitinho pastoso que não inspira confiança em quase ninguém, aí é uma coisa, agora não ter personalidade própria é outra, ficar se encostando na imagem dos "amiguinhos" é total falta de hombridade. Realmente, e daí que a cidade ficou parecendo um "canteiro de obras"? Cadê o resultado prático de tudo isso (que supostamente faria valer o transtorno de algumas que são intermináveis)? Ou enquanto aparecer ta valendo?!
Gustavo Fruet-
Tudo bem que ele é novo na turminha do PT e talvez não tenha entrosado muito ainda, mas até os ex-colegas dele do PSDB lembram que a Gleisi não é mais senadora. MUITO fraco mesmo em termos de carisma e passar confiança, faz o tipinho de bebê chorão que mudou de turma porque não deixaram ele jogar bola no time da rua. Não é surpresa que venha caindo cada vez mais: Os eleitores do PSDB, que sempre votaram nele, agora acham ele um vira-casaca traidor de uma figa, e os eleitores do PT desconfiam, e muito, das boas intenções do "recém-convertido". Mas dá pra parabenizar o cara por ter conseguido uma façanha: Reunir o que tinha de pior na campanha do Beto Richa (essa coisa de ficar sacudindo o defunto do pai por qualquer coisa, apelando pra a velha mentalidade de "capitania hereditária" da maioria) e o que tinha de pior na do Osmar Dias (essa pelação-de-saco enjoativa pro governo federal, inclusive não perdendo a oportunidade de meter o governo Lula, a Dilma e a Gleise no meio da conversa). Pra quem é a favor de qualquer uma das duas maiores forças partidárias do Brasil, ele deve ser uma tremenda decepção, pra quem é contra elas, ele não deve passar de um fracasso já pré-anunciado.
Rafael Greca-
Ele ganha em três pontos que são muito importantes (ou pelo menos deviam ser): Tem bastante conhecimento técnico útil pra uma cidade que precisa ser urbanizada e reurbanizada constantemente que nem Curitiba, já fez algo de não-descartável por aquela parte da cidade que não é todo mundo que lembra que existe (palavra de quem vai trabalhar no Bairro Novo quase toda semana), e é uma pessoa de personalidade própria. Ao contrário dos dois candidatos apoiados pela situação estadual e federal, conhece muito bem os espaços da cidade, e tem algumas propostas de mobilidade que na prática são bem mais inteligentes (como as novas trincheiras, e fazer o metrô sobre a terra, o que sai muito mais barato, termina muito mais rápido, e causa muito menos transtorno para o cidadão). Só que pega mal ficar fazendo poetismo com Francisco de Assis no debate, né candidato?! Assim como chamar Sócrates de "nosso companheiro do PMDB de Atenas" (tem gente que cora vendo isso). Embora ele tenha experiência o suficiente pra não deixar ninguém meter o dedo na sua gestão, a aliança com o Requião pega mal: Em parte porque antes ele foi do grupo do Lerner (embora seja um dos poucos que tenha dado uma justificativa razoável para o seu rompimento, ao contrário do Gustavo Fruet), adversário mortal do Requião, e em parte só pelo Requião ser o Requião. Outros problemas para essa candidatura são o fato de grande parte dos eleitores já estar na faixa do facultativo (uma velha guarda curitibana, principalmente da zona sul, que é grata a ele por ter vivido ali antes da gestão dele), e da cara de passado que ele tem: Ele vem crescendo, mas acho que vai ser difícil que tire da boca do povo aquilo que a gente mais ouve por aí sobre ele: "Já deu o que tinha que dar...".
Bruno Meirinho-
Linguagem muito empolada e cheia de academicismo pra quem se põe como "defensor das classes populares", além do que, levanta aquela velha questão: Será que alguns partidos de esquerda realmente não percebem que tentar dizer pra população que tipo de consciência ela deve ter, e botar o trabalhador como uma eterna vítima estática de um sistema opressor não funciona? O trabalhador não precisa da boa-vontade (e em grande parte desconfia dela) de um membro da "elite-intelectual" que pegue na sua mãozinha para guiá-lo aos caminhos de um modelo de "sociedade justa e igualitária" que também foi pensado pela mesma elite. Isso é puro colonialismo ideológico de gente que se autodeclara "defensora dos fracos e oprimidos" e depois se acha suficiente pra chegar pro trabalhador e dizer: "Eu sei o que é melhor pra você... E se você não se engaja na minha luta, você é um alienado do sistema", era melhor deixar de lado tanta bandeira e chavão ideológico-teleológico (coisa que interessa muito mais pra elite juvenil que convive muito mais com esse tipo de discussão de mesa de Casa Verde do que com as dificuldades práticas da vida curitibana) e começar a pensar a coisa por um viés mais pragmático. Seria um sinal de mais respeito e aproximação das pessoas. No mais, a demagogia do PSOL mais uma vez é MUITO fraca, e esse slogan de campanha "Gente é Pra Brilhar" parece que quanto mais repete pior fica.
Carlos Morais-
Completamente RIDÍCULO!!! Eu jamais pensei que alguém pudesse chegar a esse ponto. Ainda bem que o cara não tem nem um por cento dos votos. Não basta o cara ser de um dos últimos partidos da "direita muito direita" (aquele do Aerotrem), o cara tem que demonstrar isso da pior forma possível e falar as coisas mais estapafúrdias, e graças a Deus inviáveis. Acho que o tal "alimento espiritual", do qual ele falou umas três vezes, tava meio passado do ponto e começou a dar alucinação na cabeça desse tecnocrata fracassado. Primeiro essa proposta absurda de transformar a educação pública (e quem sabe a cidade inteira) em Big Brother, o que, além de inconstitucional, é extremamente autoritário e economicamente impossível tanto em matéria de instalação como de manutenção. Segundo o discurso machista-babaca, ou vice-versa, quando falando que para a mulher "maior violência que apanhar do marido, é perder ele", e a ENORME idiotice, sem fonte, é lógico, de que "o homem tem uma visão central, de mira, voltada a um foco, enquanto a mulher tem a visão mais lateral, porque tem que cuidar dos filhos". Terceiro a ideia completamente absurda de transformar presídio em colégio de freira, levando "padres e pastores" pra dentro da cadeia porque "apesar de o trabalho do psicólogo e do assistente social ser importante, ninguém sai da criminalidade sem alimento espiritual". E depois, ainda por cima, se deu ao luxo de xingar a própria emissora na qual estava falando porque "não tinha sido convidado pro debate". Definitivamente, esse é o pior candidato que eu vi na minha vida.
... Esse ano a coisa tá mesmo difícil...
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
O Quinto Cavaleiro do Apocalipse - The Fifth Knight of Apocalypse
E eis que ficamos sabendo que
Há pouco tempo atrás
Ressurgiu da lama suja
Aquele que, como sempre, é inconveniente
E sabe de tudo muito depois do que deveria
E como sempre choraminga a sua "injúria" na hora errada
E no ponto errado
Aquele que pra festa do Apocalipse chegou atrasado
E sendo que era pra ser Quinto Cavalheiro
Seu nome é "O Fracasso"
Que tem um fedor forte bem marrom-amarelado
E ao invés de um cavalo monta uma mula manca
Que até zurra desafinado
Num trotar quase bêbado, e seu relincho é um espasmo
Ele não carrega nada na mão como os outros quatro
A não ser o bolo da própria imundície
Que na raiva de frustração e inveja ele arremessa
Mas que sempre pinga pro lado errado
Ninguém mais sentirá pena ao ouvir o choro descompensado
Desse que, à luz das notícias que um passarinho-urubu contou
Chora numa ladainha escandalosa
O seu olho gordo furado
Que na verdade era só um cisco velho
Mas o sujeito é mesmo um fraco
Melindroso
Exagerado
E assim se vai o que era pra ser o Quinto Cavaleiro
E o nome dele é "O Fracasso"
Aquele que pra festa do Apocalipse chegou atrasado
Mas também quem ia ligar pra isso?
Ninguém atrasa a cerimônia pra alguém...
Que nem foi convidado.
And now, we got aware
Few days ago
Rose from the mud
That one who, as everytime, is inconvenient
That one who, as everytime, knows everything out of real time he should
And as everytime, he gets offended and weeps
At the wrong time, and wrong place
That one who arrived to Apocalypse's party out of time
And since he was supposed to be the Fifth Knight
His name is "Faillure"
He has a rotten-brown smell
He doesn't ride a horse, but a lame donkey
That squeals tunelessly
In half-drunk steps, it neighs a sound which is almost a spasm
He doesn't carry anything on his hands as the four others
Only his own dirt, which he throws over others when he is angry
But it always hit the wrong side
Nobody feels pitty on him, while listening for his cry
He, the one who always weeps in a loud cry
The news that a vulture bird brought
He cries for his fat eye, that has been perforated
Actually, it was just an old speck of dust
But he is so weak, fastidious, exaggerated
And then, there goes that one who was supposed to be the Fifth Knight
And his name is "Faillure"
That one who arrived to Apocalypse's party out of time
But who cares about it?
Nobody would delay the ceremony for a person...
Who was not even invited.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Yeast Tea
Some "experienced" people should buy some yeast, make a tea and drink it, because it's already out of time to grow up. For God's sake! ¬ ¬
sábado, 19 de novembro de 2011
Algo Mais Além da Consciência
Esse termo "Consciência Negra" pode ser tão racista. Como se a grande comunidade de ascendência subsaariana tivesse que ter consciência homogênea e simplista de um suposto "lugar social" ao qual seria confinada. Uma vez, assisti um famoso apresentador de TV dizer para um ator negro antes de lhe conceder um prêmio: "Este é um grande profissional, que tem consciência da sua raça", não sei se mais pelo "raça" que pelo "consciência", isso soou tão absurdo. Pareceu que o infeliz do apresentador estava querendo dizer algo como "... Ele sabe se por no seu lugar". Além do que, é um termo massificador e simplista, pois a partir do ponto em que se estabelece um conceito específico de "consciência" para uma comunidade, se abre espaço para tentativas intrusivas de determinismo sobre o que os membros desse grupo devem seguir, defender e ter como opinião (como faz aquele indivíduo que se acha no direito de dizer a um índio que ele não é índio porque ele usa shorts). Ao invés de institucionalizar um nome desses ao feriado, por que não falar mais dessa data um feriado em comemoração à Cultura Afrobrasileira? Além de mais sensato, é mais bonito. Ou será que em algum lugar do mundo existe um país que condena o racismo no seu devido lugar de crime, mas mascara um racismo institucional até mesmo no feriado?
sábado, 6 de agosto de 2011
Vivendo Intensamente/ Living Intensely
Em tempos como esse, em que divas patéticas, cheias de uma tal de "atitude" encontram por acaso um fim inesperado para a sua imortalidade, mais chamam a atenção essas boas dezenas de caras bochechudas dando a elas o mesmo epitáfio:
"Se morreu assim, é porque viveu intensamente". Vendo liberdade no afogamento entorpecido, na atrofia do gozo espontâneo e do sorriso natural em um punhado de substâncias beneficiadas, achando que "abrir a mente" não é mais que inundar a consciência no sumo de uma folha amassada numa mistura fecal. Jovenzinhos que não vêem o preço do tal "barato", que sai caro, e nesse "barato" abandonam em folhas, goles, pós e pedras a capacidade de se alegrar por si, de sentir um prazer livre que já lhes foi dado de nascença. Vão seguindo, confundindo o egocentrismo com "atitude", achando que a overdose é a sobredose da vida. Que vida?
Vi uma legião de adolescentes de 15, 21, 28, 34, 40 ou quase 50 anos, sentados no meio fio, tocando dois ou três acordes de "Light my fire", cantando de forma balbuciada um refrão que grande parte nem sabe o significado. Pedestalizando meia dúzia de jovens egoístas, que fizeram "glória" de sua definha, para inutilmente protestar contra um "sistema", por meio de entorpecentes que são em essência as nefastas especiarias desse tal "sistema", para agredir uma tal "burguesia", que em grande parte das vezes os pariu pro mundo. E no fim dos argumentos, simplesmente usam o mote "eu faço o que eu quero e isso que importa". Tão frágeis que condenam a si mesmo por uma sensação instantânea, no começo "usam porque querem", no final "não param nem se quiser". E aí estão os autômatos sombrios que vagam na rua. Alienados da própria vontade, seguem na mesma até o final, e com uma faca na mão, o sal de quem trabalha não vale o seu prazer, a vida humana não vale mais que o seu "barato". Aquele que só pede ajuda quando já submerso na lama imunda do charco, não será ouvido num mundo tão cheio de ruídos bobos.
Se teus heróis morreram de overdose, infeliz de você...
In our times, when pathetic divas, full of a supposed "attitude", accidentally find an unexpected ending for their imortality, i prefer to pay more attention to these several dozens of cheeky faces giving them the same epitaph: "She/he died this way, because lived intensely". They see liberty in a numb drown, in the atrophy of their natural smile and espontaneous joy inside a bunch of toxic substances, they think that "opening the mind" is no more than flood their own brains in the smoke of a leaf, smashed on a shity mixture. These youngsters don't see the real price of their inebriation, and it's not cheap, and for this inebriation they abandon in smokes, sips, powders and "rocks", their capacity of feeling pleasure by theirselves, their capacity of feeling a free pleasure that was given to them by birth. They keep mistaking egocentrism with "attitude", thinking that overdose of drugs is the same as overdose of life. What kind of life?I saw a legion of teenagers, at 15, 21, 28, 34, 40 or 50 years old (yes, there are a lot of "adulteens"), set on sidewalk curbs, playing two or three chords of "Light my fire", and stammering a chorus than most of them don't even know what means. They worship a half-dozen of selfish idols, who made their "glory" over their own decay, for vainly protesting against a "system", using that drugs, which are, by itself, the nefarious spice of this system. They do it to attack a supposed "bourgeoisie", that most of times is precisely who brought them to this world. Then, at the end of the debate, they say: "I do what i want to do, and this is what really matter". They are so weak, than condemn themselves for an instantly sensation. At first, they say: "I use it because I want to", and in the end they can't stop using it not even if they'd want. So these are those "zoombies" who wander through the streets at night. Alienated of his own will, they keep this way until the end, and when they are holding a knife on their hands, a worker's sweat is not so important for them as their inebriation, even human life becomes not so important for them. Those who ask for help only when already drowned under the dirty mud of the swamp may not be heard in a world full of foolish noises.If your heroes died by overdosis, what a pity of you...
En tiempos como ahora, cuando pateticas divas, llenas de una presunta "atitud", encuentran sin querer un fin inesperado pra su imortalidad, me quedo mas atento a esas muchas faces cachetudas dándoles el mismo epitafio: "Si ha morrido así, es porque vivió su vida intensamente". Son personas que ven libertad en un ahogo entumecido, en la atrofia de su sonrisa natural, de su alegría espontánea en media-docena de sustancias estupefacientes. Ellos piensan que "abrir a la mente" no es mas que inundarla en el humo de una hoja aplastada en una mezcla hecha con mierda. Eses jóvenes no ven el verdadero precio de su embriaguez, y que no es barato, y por esa embriaguez, abandonan en humos, sorbos, polvos y piedras, su capacidad de alegrarse por si mismos, su capacidad de tener un places libre que les fue dado desde su nacimiento. Siguen confundiendo egocentrismo con "atitud", piensando que sobredosis de narcorticos sea lo mismo que "sobredosis de vida". ¿Qué vida?
He visto una legión de adolescentes, de 15, 21, 28, 34, 40 o 50 años, sentados en el bordillo de la acera tocando dos o tres acordes de "Light my Fire", y tartamudeano un coro al cual muchos ni siquiera conocen el significado. Veneran a unos pocos ídolos egoístas, que hicieran su "gloria" sobre su propia decadencia, para vanamente protestar contra un cierto "sistema", utilisandose de las drogas que son la esencia vil de ese mismo sistema. Hacian eso para atacar una "burguesía" que en grande parte de las veces eran sus propios padres. Entonces, al fin de los argumentos, simplemente dicen: "Hago eso porque quiero, y es eso que importa". Son tan debiles, que condenanse a si mismos en cambio de una sensación de placer efemero. En primer lugar ellos dicen "Las utiliso porqué quiero", despues no pueden dejar de usarlas ni quierendolo mas que todo. Asi, tenemos los autómatos que deambulan por las calles. Alienados de su propia voluntad, asi siguen hasta su fin, y si tienen un cutillo en su manos, entonces el sudor de un trabajador no vale tanto como su embriaguez, no mismo la vida humana vale, para ellos, tanto como su embriaguez. Aquellos que piden ayuda solamente cuando ya se encuentran ahogados en el barro inmundo del pantano, saben que es poco probable que sean oidos en un mundo tan lleno de ruidos inutiles.
Si tus héroes murieron de sobredosis, que lastima de ti...
Se teus heróis morreram de overdose, infeliz de você...
In our times, when pathetic divas, full of a supposed "attitude", accidentally find an unexpected ending for their imortality, i prefer to pay more attention to these several dozens of cheeky faces giving them the same epitaph: "She/he died this way, because lived intensely". They see liberty in a numb drown, in the atrophy of their natural smile and espontaneous joy inside a bunch of toxic substances, they think that "opening the mind" is no more than flood their own brains in the smoke of a leaf, smashed on a shity mixture. These youngsters don't see the real price of their inebriation, and it's not cheap, and for this inebriation they abandon in smokes, sips, powders and "rocks", their capacity of feeling pleasure by theirselves, their capacity of feeling a free pleasure that was given to them by birth. They keep mistaking egocentrism with "attitude", thinking that overdose of drugs is the same as overdose of life. What kind of life?I saw a legion of teenagers, at 15, 21, 28, 34, 40 or 50 years old (yes, there are a lot of "adulteens"), set on sidewalk curbs, playing two or three chords of "Light my fire", and stammering a chorus than most of them don't even know what means. They worship a half-dozen of selfish idols, who made their "glory" over their own decay, for vainly protesting against a "system", using that drugs, which are, by itself, the nefarious spice of this system. They do it to attack a supposed "bourgeoisie", that most of times is precisely who brought them to this world. Then, at the end of the debate, they say: "I do what i want to do, and this is what really matter". They are so weak, than condemn themselves for an instantly sensation. At first, they say: "I use it because I want to", and in the end they can't stop using it not even if they'd want. So these are those "zoombies" who wander through the streets at night. Alienated of his own will, they keep this way until the end, and when they are holding a knife on their hands, a worker's sweat is not so important for them as their inebriation, even human life becomes not so important for them. Those who ask for help only when already drowned under the dirty mud of the swamp may not be heard in a world full of foolish noises.If your heroes died by overdosis, what a pity of you...
En tiempos como ahora, cuando pateticas divas, llenas de una presunta "atitud", encuentran sin querer un fin inesperado pra su imortalidad, me quedo mas atento a esas muchas faces cachetudas dándoles el mismo epitafio: "Si ha morrido así, es porque vivió su vida intensamente". Son personas que ven libertad en un ahogo entumecido, en la atrofia de su sonrisa natural, de su alegría espontánea en media-docena de sustancias estupefacientes. Ellos piensan que "abrir a la mente" no es mas que inundarla en el humo de una hoja aplastada en una mezcla hecha con mierda. Eses jóvenes no ven el verdadero precio de su embriaguez, y que no es barato, y por esa embriaguez, abandonan en humos, sorbos, polvos y piedras, su capacidad de alegrarse por si mismos, su capacidad de tener un places libre que les fue dado desde su nacimiento. Siguen confundiendo egocentrismo con "atitud", piensando que sobredosis de narcorticos sea lo mismo que "sobredosis de vida". ¿Qué vida?
He visto una legión de adolescentes, de 15, 21, 28, 34, 40 o 50 años, sentados en el bordillo de la acera tocando dos o tres acordes de "Light my Fire", y tartamudeano un coro al cual muchos ni siquiera conocen el significado. Veneran a unos pocos ídolos egoístas, que hicieran su "gloria" sobre su propia decadencia, para vanamente protestar contra un cierto "sistema", utilisandose de las drogas que son la esencia vil de ese mismo sistema. Hacian eso para atacar una "burguesía" que en grande parte de las veces eran sus propios padres. Entonces, al fin de los argumentos, simplemente dicen: "Hago eso porque quiero, y es eso que importa". Son tan debiles, que condenanse a si mismos en cambio de una sensación de placer efemero. En primer lugar ellos dicen "Las utiliso porqué quiero", despues no pueden dejar de usarlas ni quierendolo mas que todo. Asi, tenemos los autómatos que deambulan por las calles. Alienados de su propia voluntad, asi siguen hasta su fin, y si tienen un cutillo en su manos, entonces el sudor de un trabajador no vale tanto como su embriaguez, no mismo la vida humana vale, para ellos, tanto como su embriaguez. Aquellos que piden ayuda solamente cuando ya se encuentran ahogados en el barro inmundo del pantano, saben que es poco probable que sean oidos en un mundo tan lleno de ruidos inutiles.
Si tus héroes murieron de sobredosis, que lastima de ti...
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Mirror
Já rompeu-se à maioria dos homens o delírio de que se tira algum mérito de um punhado de anos a mais nesse mundo perecível. Numa tal "pós-modernidade", onde os grandiosos ideais e "bens-maiores" foram se estabacando ladeira abaixo, levando consigo as pobres vidas sacrificadas em seus holocaustos e expurgos pela "causa", já não se pode chamar qualquer coisa de "evolução", qualquer coisa de "razão", qualquer coisa de "maturidade", qualquer coisa de "certeza".
Aspas não são confiáveis, pois são postas por outros em torno de uma face. Por vítimas de uma realidade cheia de poeira de escombros, para quem mais aconchegante é o véu da imaginação por cima da realidade, porque esta é demasiado abstrata, díficil, sem graça e sem sonho pra se aceitar.
Já não há como fazer que vejam aquilo que está à sua frente, por trás das grossas lentes de suas fantasias, que lhes serviram, servem e servirão, cômodas, por mais 25, 30 ou quem sabe 40 anos.
E tua face, deixa que ela seja para nós uma simples folha de papel cândido, onde a gente pode desenhar o anjo, o bicho ou o monstro de acordo com o que for conveniente, e guardar essa forma lá no fundo, não sabendo a verdadeira figura que habita sob esse nosso querido rabisco...
Ah, por menos que valesse o mundo, a vida ainda assim não tinha preço.
EKKILENGURMANNA
1330
terça-feira, 5 de julho de 2011
Céu de Índigo
Cheia e azulada, o que é sinal de chuva
Seis meses a puseram em linha e centro após o eclipse
E após vinte um anos, dá início à mutabilidade
Na qual Pólux por amor e sacrifício, descansa
Para que se levante e possa viver o irmão Castor
Por consenso de Júpiter que a partir de agora passará a ser o grande exaltador
Até mesmo que alcance e supere o Nodo Norte
Mercúrio, regente, também sofre dessa mutabilidade
Vendo a Lua, vizinha, reivindicar a sua parte
A mesma Lua leva a mais seis meses de exílio toda a imagem da cabra Amaltéia
Conduzindo-a até sua queda sob Júpiter
À esquerda da Lua
Exilada se encontra
Essa mesma imagem pânica de Prima Giedi
Sobre o mundo terreno não passa apenas de um vulto alheio
Cujos cantos repetidos nunca são o suficiente
Para dar-lhe a evolução e o reflexo que busca com tanta aflição
Pois apele às baixas ou altas almas
Se encontra ainda presa à Terra, e não pode escolher quando deixá-la
E á direita da Lua, qual estrela brilha mais
Que Alpha Leonis, o Coração de Leão?
E forma uma esfera avermelhada em torno de si
Dizendo que já é tempo
Centanni
segunda-feira, 27 de junho de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
Os 21 Anos
À minha vida toda foi dita a mesma coisa
Durante vinte e um anos ouvi
Desde conselhos maternos à advinhação roma
Desde sonhos esquisitos a mapas astrais
"Cuidado com o mar"
"Cuidado com a água"
De fato nunca fui o melhor nadador
E também nunca gostei de ficar torrando sob o sol de um praia
Mas sempre preservei mesmo assim o mar como um "estranho íntimo"
Muito bem-vindo
Que dança de noite refletindo uma lua clara e calma
E trazendo consigo os melhores dos ventos
Senti isso há pouco mais de um ano em Recife
Senti isso agora nessa páscoa em Santa Catarina
O bom caminhar na praia sob um céu escuro
Mas um céu de luz
É tão gostoso o passar das ondas entre as canelas
Mais gostoso é a brutalidade da brisa que vem do oceano
Ta aí
Talvez seja bem isso
O que atrai não é a água, mas os ares
Deve assim existir o tal "lobo-do-mar"
Alguém que desde pequeno sempre foi tão afeito aos ares
Que quando criança brincava de girar em torno do eixo no jardim
Só pra sentir o vento frio
Ê, meus sete anos...
Já os vivi três vezes...
Sempre prezando uma tal liberdade
Que de tão livre se tornou tão difícil de entender
E só muito recentemente começou a tomar forma e conceito
Liberdade que apareceu não como a tolice de voar por voar sem rumo
Isso se faz pois, o Homem, que é hóspede em qualquer lugar
Já não bastasse sua condição de candeia ao vento
A liberdade que de tão livre te permite se recolher em si de vez em quando
E chega ao fim o primordial dos ciclos
O do Homem, os 21 anos, e a evolução do corpo
Chegam frente ao desafio de novas atividades
De novas e pequenas mãos a guiar
Frente ao risco bilateral de quebrar a mesma promessa
Frente à firmeza necessária de não cometer um mesmo erro
E arcar com seu preço
Dando as costas para o que está de um lado e de outro
Intensamente após um longo exílio, no qual às vezes pensou-se estar morto
Frente a futuro e a presente e seu amálgama aparente
Que surge decisivo ao coração quanto à cabeça
E por enquanto...
Que cada um esteja no seu lugar
Deve assim existir o tal "lobo-do-mar"
Alguém que desde pequeno sempre foi tão afeito aos ares
Que quando criança brincava de girar em torno do eixo no jardim
Só pra sentir o vento frio
Ê, meus sete anos...
Já os vivi três vezes...
Sempre prezando uma tal liberdade
Que de tão livre se tornou tão difícil de entender
E só muito recentemente começou a tomar forma e conceito
Liberdade que apareceu não como a tolice de voar por voar sem rumo
Isso se faz pois, o Homem, que é hóspede em qualquer lugar
Já não bastasse sua condição de candeia ao vento
A liberdade que de tão livre te permite se recolher em si de vez em quando
E chega ao fim o primordial dos ciclos
O do Homem, os 21 anos, e a evolução do corpo
Chegam frente ao desafio de novas atividades
De novas e pequenas mãos a guiar
Frente ao risco bilateral de quebrar a mesma promessa
Frente à firmeza necessária de não cometer um mesmo erro
E arcar com seu preço
Dando as costas para o que está de um lado e de outro
Intensamente após um longo exílio, no qual às vezes pensou-se estar morto
Frente a futuro e a presente e seu amálgama aparente
Que surge decisivo ao coração quanto à cabeça
E por enquanto...
Que cada um esteja no seu lugar
אלוהים יברך אותנו נכון
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Sonho do Incêndio (madrugada do sábado 14)
Estava parado à noite em frente à igreja
A mesma igreja das Mercês de sempre
Mas ela parecia estar do outro lado da rua, ao que ela sempre se encontra
Era já madrugada e podia-se ver de fora da igreja enormes labaredas que dentro dela subiam destruindo tudo
O fogo não passava das portas do templo e não havia ninguém lá dentro
Algumas pessoas, incluindo três ou quatro vestidos de hábito marrom e cordão na cinta olhavam passivamente
Estavam eles em uma casinha de madeira ao lado, da qual eu não me lembro existir de verdade, e diziam calmos
"Isso tem que acontecer, é sempre assim, sempre acontece, é normal..."
As labaredas tomavam uma altura assustadora, mesmo sem alcançar a torre
Virei as costas e olhei alguns segundos para uma frondosa árvore, que parecia ser um freixo
Quando olho de volta o dia já está totalmente claro, com um céu azul limpo, mas estranhamente sem sol
O fogo se apagou e as portas da igreja estão abertas
Fico surpreso ao ver que tudo foi consumido, mas incrivelmente não há cinzas
Todo o templo se tornou uma imensidão vazia de mármore branco
Do chão ao teto tudo branco
As únicas coisas que lá continuam são:
Na parte superior, imediatamente atrás do altar
A conhecida imagem espanhola da Virgem Maria
De manto azul e rosa
Carregando no colo o Jesus menino
Que acena segurando em sua mão esquerda as correntes mouriscas das quais libertou seus fiéis
E sobre o altar propriamente dito se encontra uma cruz dourada com a hóstia magna
Para onde se dirigem em fila os frades, de mãos postas
Me chama atenção um que parece já conhecido, jovem, de aspecto moreno e baixa estatura
É o que vai à frente de todos os outros
E eles parecem ir aos poucos desaparecendo à medida que se aproximam da eucaristia
O silêncio é absoluto até um momento em que volto à porta da igreja e vejo uma mesinha de madeira simples
Repleta de folhas sulfite com desenhos coloridos de criança
O sol aí se faz presente e se ouve um som de passaros que vem daquela árvore do outro lado da rua
Que agora parece esbanjar vida e um vigor brilhante
No fim do sonho me vejo novamente dentro da igreja
Descalço sobre uma escadinha branca de madeira
Vestido de camiseta branca e calça também branca dobrada nos tornozelos
Pintando com tinta nos dedos e sobre a parede alva do templo
Uma grande imagem morena, bondosa e de barba longa que veste uma túnica vermelha quase marrom
Com uma grande faixa dourada
Pelas chaves que ele portava nas mão, imaginei ser Pedro, o Apóstolo
Uma espécie de tambor agradável e solitário parece ser levemente tocada ao fundo
Acordo, e após uns momentos de letargia, olho o celular e marco a hora (embora meu relógio esteja um pouquinho adiantado)
4 horas e 50 minutos da manhã
Uma espécie de tambor agradável e solitário parece ser levemente tocada ao fundo
Acordo, e após uns momentos de letargia, olho o celular e marco a hora (embora meu relógio esteja um pouquinho adiantado)
4 horas e 50 minutos da manhã
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Sonho do Rio
Mais um sonho curioso
No qual eu era a única pessoa
Estava num rio
De águas completamente transparentes
Tão limpas que dava pra ver as bolhas de oxigênio
E peixinhos pequenos e amarelos por todos os lados
Tal como seus pequenos girinos
Nas margens, muitas e muitas árvores bem bonitas
O céu branco
E uma correnteza
E eu nadava a favor dessa correnteza
Uma correnteza forte
Que fazia curvas
Mas de uma forma ou de outra
Eu dominava essa correnteza
E não parecia nadar imerso nela
Mas sobre ela
E me sentia bem
Ela fazia muitas curvas
A paisagem mudou para um monte de palmeiras
De folhas verde-claro
Até que, enfim chegou no mar
Azul-esverdeado e calmo
Com um sol surgindo em glória detrás das nuvens
E um céu de azul etéreo
Um calor macio
E um som de vento e mar por todos os lados
Acordei no quarto de baixo e vi o sol batendo na cortina laranja
Eram 7 horas e 21 minutos
No qual eu era a única pessoa
Estava num rio
De águas completamente transparentes
Tão limpas que dava pra ver as bolhas de oxigênio
E peixinhos pequenos e amarelos por todos os lados
Tal como seus pequenos girinos
Nas margens, muitas e muitas árvores bem bonitas
O céu branco
E uma correnteza
E eu nadava a favor dessa correnteza
Uma correnteza forte
Que fazia curvas
Mas de uma forma ou de outra
Eu dominava essa correnteza
E não parecia nadar imerso nela
Mas sobre ela
E me sentia bem
Ela fazia muitas curvas
A paisagem mudou para um monte de palmeiras
De folhas verde-claro
Até que, enfim chegou no mar
Azul-esverdeado e calmo
Com um sol surgindo em glória detrás das nuvens
E um céu de azul etéreo
Um calor macio
E um som de vento e mar por todos os lados
Acordei no quarto de baixo e vi o sol batendo na cortina laranja
Eram 7 horas e 21 minutos
sábado, 2 de abril de 2011
Vindbylur
Ég hef verið að hugsa þessa dagana Um það allt sem er að gerast Ó, Guð! Hvernig gæti ég vit af þessu öllu?
Í gær, heyrði ég frá kærust Og sterkari einn
Úr þeirri nota til að gera mig brosa "lífið er að vera vindbylur"
Úr þeirri nota til að gera mig brosa "lífið er að vera vindbylur"
Ég er svo óviss um alla
Ég græt ekki lengur
Ég leita ekki fyrir drauma mína lengur
Ég græt ekki lengur
Ég leita ekki fyrir drauma mína lengur
Ég sé að einn sem var sterk
Tilfinning meiða við a par af orðum í heimskur MSN
Tilfinning meiða við a par af orðum í heimskur MSN
Ég sé hana að gefa sig við hug og kvöl
Fyrir seint öfundSem er ekki og aldrei gert vit
Fyrir seint öfundSem er ekki og aldrei gert vit
Og að treysta því að ég trúði og var svo sterk Og hefur merkt mér svo viss um alltOg hún segir mér að hún er eftirfarandi leið ljóssins
Og hún segir mér að ég mál enn fyrir hanaEn hún gerir í staðinnEyði mínum minnir á verk okkar með sæmd
Meiða okkur bæði í nafni fífl reiði Og hún segir mér að hún er sterk...
Og hún segir mér að það er góð leið...En hún segir hún vill að deyja!
sem er ekki og aldrei ge rt vit
Assinar:
Postagens (Atom)



