segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Chess




Always remember: After a chess match, so the pawn as the king end in the same box...

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

O Quinto Cavaleiro do Apocalipse - The Fifth Knight of Apocalypse


E eis que ficamos sabendo que

Há pouco tempo atrás

Ressurgiu da lama suja

Aquele que, como sempre, é inconveniente

E sabe de tudo muito depois do que deveria

E como sempre choraminga a sua "injúria" na hora errada

E no ponto errado

 Aquele que pra festa do Apocalipse chegou atrasado

E sendo que era pra ser Quinto Cavalheiro

Seu nome é "O Fracasso"

Que tem um fedor forte bem marrom-amarelado

E ao invés de um cavalo monta uma mula manca

Que até zurra desafinado

Num trotar quase bêbado, e seu relincho é um espasmo

Ele não carrega nada na mão como os outros quatro

A não ser o bolo da própria imundície

Que na raiva de frustração e inveja ele arremessa

Mas que sempre pinga pro lado errado

Ninguém mais sentirá pena ao ouvir o choro descompensado

Desse que, à luz das notícias que um passarinho-urubu contou

Chora numa ladainha escandalosa 

O seu olho gordo furado

Que na verdade era só um cisco velho

Mas o sujeito é mesmo um fraco

Melindroso

Exagerado

E assim se vai o que era pra ser o Quinto Cavaleiro

E o nome dele é "O Fracasso"

Aquele que pra festa do Apocalipse chegou atrasado

Mas também quem ia ligar pra isso?

 Ninguém atrasa a cerimônia pra alguém...

Que nem foi convidado.


And now, we got aware

Few days ago

Rose from the mud

That one who, as everytime, is inconvenient

That one who, as everytime, knows everything out of real time he should

And as everytime, he gets offended and weeps 

At the wrong time, and wrong place

That one who arrived to Apocalypse's party out of time

And since he was supposed to be the Fifth Knight

His name is "Faillure"

He has a rotten-brown smell

He doesn't ride a horse, but a lame donkey

That squeals tunelessly

In half-drunk steps, it neighs a sound which is almost a spasm

He doesn't carry anything on his hands as the four others

Only his own dirt, which he throws over others when he is angry

But it always hit the wrong side

Nobody feels pitty on him, while listening for his cry

He, the one who always weeps in a loud cry

The news that a vulture bird brought

He cries for his fat eye, that has been perforated

Actually, it was just an old speck of dust

But he is so weak, fastidious, exaggerated

And then, there goes that one who was supposed to be the Fifth Knight

And his name is "Faillure"

That one who arrived to Apocalypse's party out of time

But who cares about it?

Nobody would delay the ceremony for a person...

Who was not even invited.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Yeast Tea

                                       


Some "experienced" people should buy some yeast, make a tea and drink it, because it's already out of time to grow up. For God's sake! ¬ ¬

sábado, 19 de novembro de 2011

Algo Mais Além da Consciência

 




Esse termo "Consciência Negra" pode ser tão racista. Como se a grande comunidade de ascendência subsaariana tivesse que ter consciência homogênea e simplista de um suposto "lugar social" ao qual seria confinada. Uma vez, assisti um famoso apresentador de TV dizer para um ator negro antes de lhe conceder um prêmio: "Este é um grande profissional, que tem consciência da sua raça", não sei se mais pelo "raça" que pelo "consciência", isso soou tão absurdo. Pareceu que o infeliz do apresentador estava querendo dizer algo como "... Ele sabe se por no seu lugar". Além do que, é um termo massificador e simplista, pois a partir do ponto em que se estabelece um conceito específico de "consciência" para uma comunidade, se abre espaço para tentativas intrusivas de determinismo sobre o que os membros desse grupo devem seguir, defender e ter como opinião (como faz aquele indivíduo que se acha no direito de dizer a um índio que ele não é índio porque ele usa shorts). Ao invés de institucionalizar um nome desses ao feriado, por que não falar mais dessa data um feriado em comemoração à Cultura Afrobrasileira? Além de mais sensato, é mais bonito. Ou será que em algum lugar do mundo existe um país que condena o racismo no seu devido lugar de crime, mas mascara um racismo institucional até mesmo no feriado?

sábado, 6 de agosto de 2011

Vivendo Intensamente/ Living Intensely



 Em tempos como esse, em que divas patéticas, cheias de uma tal de "atitude" encontram por acaso um fim inesperado para a sua imortalidade, mais chamam a atenção essas boas dezenas de caras bochechudas dando a elas o mesmo epitáfio: 
 "Se morreu assim, é porque viveu intensamente". Vendo liberdade no afogamento entorpecido, na atrofia do gozo espontâneo e do sorriso natural em um punhado de substâncias beneficiadas, achando que "abrir a mente" não é mais que inundar a consciência no sumo de uma folha amassada numa mistura fecal. Jovenzinhos que não vêem o preço do tal "barato", que sai caro, e nesse "barato" abandonam em folhas, goles, pós e pedras a capacidade de se alegrar por si, de sentir um prazer livre que já lhes foi dado de nascença. Vão seguindo, confundindo o egocentrismo com "atitude", achando que a overdose é a sobredose da vida. Que vida?

 Vi uma legião de adolescentes de 15, 21, 28, 34, 40 ou quase 50 anos, sentados no meio fio, tocando dois ou três acordes de "Light my fire", cantando de forma balbuciada um refrão que grande parte nem sabe o significado. Pedestalizando meia dúzia de jovens egoístas, que fizeram "glória" de sua definha, para inutilmente protestar contra um "sistema", por meio de entorpecentes que são em essência as nefastas especiarias desse tal "sistema", para agredir uma tal "burguesia", que em grande parte das vezes os pariu pro mundo. E no fim dos argumentos, simplesmente usam o mote "eu faço o que eu quero e isso que importa". Tão frágeis que condenam a si mesmo por uma sensação instantânea, no começo "usam porque querem", no final "não param nem se quiser". E aí estão os autômatos sombrios que vagam na rua. Alienados da própria vontade, seguem na mesma até o final, e com uma faca na mão, o sal de quem trabalha não vale o seu prazer, a vida humana não vale mais que o seu "barato". Aquele que só pede ajuda quando já submerso na lama imunda do charco, não será ouvido num mundo tão cheio de ruídos bobos.

Se teus heróis morreram de overdose, infeliz de você...

 In our times, when pathetic divas, full of a supposed "attitude", accidentally find an unexpected ending for their imortality, i prefer to pay more attention to these several dozens of cheeky faces giving them the same epitaph: "She/he died this way, because lived intensely". They see liberty in a numb drown, in the atrophy of their natural smile and espontaneous joy inside a bunch of toxic substances, they think that "opening the mind"  is no more than flood their own brains in the smoke of a leaf, smashed on a shity mixture. These youngsters don't see the real price of their inebriation, and it's not cheap, and for this inebriation they abandon in smokes, sips, powders and "rocks", their capacity of feeling pleasure by theirselves, their capacity of feeling a free pleasure that was given to them by birth. They keep mistaking egocentrism with "attitude", thinking that overdose of drugs is the same as overdose of life. What kind of life?I saw a legion of teenagers, at 15, 21, 28, 34, 40 or 50 years old (yes, there are a lot of "adulteens"), set on sidewalk curbs, playing two or three chords of "Light my fire", and stammering a chorus than most of them don't even know what means. They worship a half-dozen of selfish idols, who made their "glory" over their own decay, for vainly protesting against a "system", using that drugs, which are, by itself, the nefarious spice of this system. They do it to attack a supposed "bourgeoisie", that most of times is precisely who brought them to this world. Then, at the end of the debate, they say: "I do what i want to do, and this is what really matter". They are so weak, than condemn themselves for an instantly sensation. At first, they say: "I use it because I want to", and in the end they can't stop using it not even if they'd want. So these are those "zoombies" who wander through the streets at night. Alienated of his own will, they keep this way until the end, and when they are holding a knife on their hands, a worker's sweat is not so important for them as their inebriation, even human life becomes not so important for them. Those who ask for help only when already drowned under the dirty mud of the swamp may not be heard in a world full of foolish noises.If your heroes died by overdosis, what a pity of you...

 En tiempos como ahora, cuando pateticas divas, llenas de una presunta "atitud", encuentran sin querer un fin inesperado pra su imortalidad, me quedo mas atento a esas muchas faces cachetudas dándoles el mismo epitafio: "Si ha morrido así, es porque vivió su vida intensamente". Son personas que ven libertad en un ahogo entumecido, en la atrofia de su sonrisa natural, de su alegría espontánea en media-docena de sustancias estupefacientes. Ellos piensan que "abrir a la mente" no es mas que inundarla en el humo de una hoja aplastada en una mezcla hecha con mierda. Eses jóvenes no ven el verdadero precio de su embriaguez, y que no es barato, y por esa embriaguez, abandonan en humos, sorbos, polvos y piedras, su capacidad de alegrarse por si mismos, su capacidad de tener un places libre que les fue dado desde su nacimiento. Siguen confundiendo egocentrismo con "atitud", piensando que sobredosis de narcorticos sea lo mismo que "sobredosis de vida". ¿Qué vida?

 He visto una legión de adolescentes, de 15, 21, 28, 34, 40 o 50 años, sentados en el bordillo de la acera tocando dos o tres acordes de "Light my Fire", y tartamudeano un coro al cual muchos ni siquiera conocen el significado. Veneran a unos pocos ídolos egoístas, que hicieran su "gloria" sobre su propia decadencia, para vanamente protestar contra un cierto "sistema", utilisandose de las drogas que son la esencia vil de ese mismo sistema. Hacian eso para atacar una "burguesía" que en grande parte de las veces eran sus propios padres. Entonces, al fin de los argumentos, simplemente dicen: "Hago eso porque quiero, y es eso que importa". Son tan debiles, que condenanse a si mismos en cambio de una sensación de placer efemero. En primer lugar ellos dicen "Las utiliso porqué quiero", despues no pueden dejar de usarlas ni quierendolo mas que todo. Asi, tenemos los autómatos que deambulan por las calles. Alienados de su propia voluntad, asi siguen hasta su fin, y si tienen un cutillo en su manos, entonces el sudor de un trabajador no vale tanto como su embriaguez, no mismo la vida humana vale, para ellos, tanto como su embriaguez. Aquellos que piden ayuda solamente cuando ya se encuentran ahogados en el barro inmundo del pantano, saben que es poco probable que sean oidos en un mundo tan lleno de ruidos inutiles.

 Si tus héroes murieron de sobredosis, que lastima de ti...

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Mirror





Já rompeu-se à maioria dos homens o delírio de que se tira algum mérito de um punhado de anos a mais nesse mundo perecível. Numa tal "pós-modernidade", onde os grandiosos ideais e "bens-maiores" foram se estabacando ladeira abaixo, levando consigo as pobres vidas sacrificadas em seus holocaustos e expurgos pela "causa", já não se pode chamar qualquer coisa de "evolução", qualquer coisa de "razão", qualquer coisa de "maturidade", qualquer coisa de "certeza". 
 Aspas não são confiáveis, pois são postas por outros em torno de uma face. Por vítimas de uma realidade cheia de poeira de escombros, para quem mais aconchegante é o véu da imaginação por cima da realidade, porque esta é demasiado abstrata, díficil, sem graça e sem sonho pra se aceitar. 
 Já não há como fazer que vejam aquilo que está à sua frente, por trás das grossas lentes de suas fantasias, que lhes serviram, servem e servirão, cômodas, por mais 25, 30 ou quem sabe 40 anos. 
 E tua face, deixa que ela seja para nós uma simples folha de papel cândido, onde a gente pode desenhar o anjo, o bicho ou o monstro de acordo com o que for conveniente, e guardar essa forma lá no fundo, não sabendo a verdadeira figura que habita sob esse nosso querido rabisco...


 Ah, por menos que valesse o mundo, a vida ainda assim não tinha preço.


EKKILENGURMANNA


1330

terça-feira, 5 de julho de 2011

Céu de Índigo









Um céu de Índigo e lua cheia

Cheia e azulada, o que é sinal de chuva
Seis meses a puseram em linha e centro após o eclipse
E após vinte um anos, dá início à mutabilidade
Na qual Pólux por amor e sacrifício, descansa
Para que se levante e possa viver o irmão Castor
Por consenso de Júpiter que a partir de agora passará a ser o grande exaltador
Até mesmo que alcance e supere o Nodo Norte
Mercúrio, regente, também sofre dessa mutabilidade
Vendo a Lua, vizinha, reivindicar a sua parte
A mesma Lua leva a mais seis meses de exílio toda a imagem da cabra Amaltéia
Conduzindo-a até sua queda sob Júpiter
À esquerda da Lua
Exilada se encontra
Essa mesma imagem pânica de Prima Giedi 
Sobre o mundo terreno não passa apenas de um vulto alheio
Cujos cantos repetidos nunca são o suficiente
Para dar-lhe a evolução e o reflexo que busca com tanta aflição
Pois apele às baixas ou altas almas
Se encontra ainda presa à Terra, e não pode escolher quando deixá-la
E á direita da Lua, qual estrela brilha mais
Que Alpha Leonis, o Coração de Leão?
E forma uma esfera avermelhada em torno de si
Dizendo que já é tempo



Centanni

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Raleigh

Does not matter where is thy head, if thy heart is on its righteous place.

sábado, 21 de maio de 2011

Os 21 Anos


À minha vida toda foi dita a mesma coisa
Durante vinte e um anos ouvi
Desde conselhos maternos à advinhação roma
Desde sonhos esquisitos a mapas astrais
"Cuidado com o mar"
"Cuidado com a água"
De fato nunca fui o melhor nadador
E também nunca gostei de ficar torrando sob o sol de um praia
Mas sempre preservei mesmo assim o mar como um "estranho íntimo"
Muito bem-vindo
Que dança de noite refletindo uma lua clara e calma
E trazendo consigo os melhores dos ventos
Senti isso há pouco mais de um ano em Recife
Senti isso agora nessa páscoa em Santa Catarina
O bom caminhar na praia sob um céu escuro
Mas um céu de luz
É tão gostoso o passar das ondas entre as canelas
Mais gostoso é a brutalidade da brisa que vem do oceano
Ta aí
Talvez seja bem isso
O que atrai não é a água, mas os ares
Deve assim existir o tal "lobo-do-mar"
Alguém que desde pequeno sempre foi tão afeito aos ares
Que quando criança brincava de girar em torno do eixo no jardim
Só pra sentir o vento frio
Ê, meus sete anos...
Já os vivi três vezes...
Sempre prezando uma tal liberdade
Que de tão livre se tornou tão difícil de entender
E só muito recentemente começou a tomar forma e conceito
Liberdade que apareceu não como a tolice de voar por voar sem rumo
Isso se faz pois, o Homem, que é hóspede em qualquer lugar
Já não bastasse sua condição de candeia ao vento
A liberdade que de tão livre te permite se recolher em si de vez em quando
E chega ao fim o primordial dos ciclos
O do Homem, os 21 anos, e a evolução do corpo
Chegam frente ao desafio de novas atividades
De novas e pequenas mãos a guiar
Frente ao risco bilateral de quebrar a mesma promessa
Frente à firmeza necessária de não cometer um mesmo erro
E arcar com seu preço
Dando as costas para o que está de um lado e de outro
Intensamente após um longo exílio, no qual às vezes pensou-se estar morto
Frente a futuro e a presente e seu amálgama aparente
Que surge decisivo ao coração quanto à cabeça
E por enquanto...
Que cada um esteja no seu lugar










אלוהים יברך אותנו נכון

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sonho do Incêndio (madrugada do sábado 14)



Estava parado à noite em frente à igreja
A mesma igreja das Mercês de sempre
Mas ela parecia estar do outro lado da rua, ao que ela sempre se encontra
Era já madrugada e podia-se ver de fora da igreja enormes labaredas que dentro dela subiam destruindo tudo
O fogo não passava das portas do templo e não havia ninguém lá dentro
Algumas pessoas, incluindo três ou quatro vestidos de hábito marrom e cordão na cinta olhavam passivamente
Estavam eles em uma casinha de madeira ao lado, da qual eu não me lembro existir de verdade, e diziam calmos
"Isso tem que acontecer, é sempre assim, sempre acontece, é normal..."
As labaredas tomavam uma altura assustadora, mesmo sem alcançar a torre
Virei as costas e olhei alguns segundos para uma frondosa árvore, que parecia ser um freixo
Quando olho de volta o dia já está totalmente claro, com um céu azul limpo, mas estranhamente sem sol
O fogo se apagou e as portas da igreja estão abertas
Fico surpreso ao ver que tudo foi consumido, mas incrivelmente não há cinzas
Todo o templo se  tornou uma imensidão vazia de mármore branco
Do chão ao teto tudo branco
As únicas coisas que lá continuam são:
Na parte superior, imediatamente atrás do altar
A conhecida imagem espanhola da Virgem Maria
De manto azul e rosa
Carregando no colo o Jesus menino
Que acena segurando em sua mão esquerda as correntes mouriscas das quais libertou seus fiéis
E sobre o altar propriamente dito se encontra uma cruz dourada com a hóstia magna
Para onde se dirigem em fila os frades, de mãos postas
Me chama atenção um que parece já conhecido, jovem, de aspecto moreno e baixa estatura
É o que vai à frente de todos os outros
E eles parecem ir aos poucos desaparecendo à medida que se aproximam da eucaristia
O silêncio é absoluto até um momento em que volto à porta da igreja e vejo uma mesinha de madeira simples
Repleta de folhas sulfite com desenhos coloridos de criança
O sol aí se faz presente e se ouve um som de passaros que vem daquela árvore do outro lado da rua
Que agora parece esbanjar vida e um vigor brilhante
No fim do sonho me vejo novamente dentro da igreja
Descalço sobre uma escadinha branca de madeira
Vestido de camiseta branca e calça também branca dobrada nos tornozelos
Pintando com tinta nos dedos e sobre a parede alva do templo
Uma grande imagem morena, bondosa e de barba longa que veste uma túnica vermelha quase marrom
Com uma grande faixa dourada
Pelas chaves que ele portava nas mão, imaginei ser Pedro, o Apóstolo
Uma espécie de tambor agradável e solitário parece ser levemente tocada ao fundo
Acordo, e após uns momentos de letargia, olho o celular e marco a hora (embora meu relógio esteja um pouquinho adiantado)
4 horas e 50 minutos da manhã

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Sonho do Rio

Mais um sonho curioso
No qual eu era a única pessoa
Estava num rio
De águas completamente transparentes
Tão limpas que dava pra ver as bolhas de oxigênio
E peixinhos pequenos e amarelos por todos os lados
Tal como seus pequenos girinos
Nas margens, muitas e muitas árvores bem bonitas
O céu branco
E uma correnteza
E eu nadava a favor dessa correnteza
Uma correnteza forte
Que fazia curvas
Mas de uma forma ou de outra
Eu dominava essa correnteza
E não parecia nadar imerso nela
Mas sobre ela
E me sentia bem
Ela fazia muitas curvas
A paisagem mudou para um monte de palmeiras
De folhas verde-claro
Até que, enfim chegou no mar
Azul-esverdeado e calmo
Com um sol surgindo em glória detrás das nuvens
E um céu de azul etéreo
Um calor macio
E um som de vento e mar por todos os lados
Acordei no quarto de baixo e vi o sol batendo na cortina laranja
Eram 7 horas e 21 minutos

sábado, 2 de abril de 2011

Vindbylur






Ég hef verið að hugsa þessa dagana Um það allt sem er að gerast Ó, Guð! Hvernig gæti ég vit af þessu öllu?
Í gær, heyrði ég frá kærust Og sterkari einn
Úr þeirri nota til að gera mig brosa
"lífið er að vera vindbylur"

Ég er svo óviss um alla
Ég græt ekki lengur
Ég leita ekki fyrir drauma mína lengur
Ég sé  einn sem var sterk
Tilfinning meiða við a par af orðum í heimskur MSN
Ég  hana að gefa sig við hug og kvöl
Fyrir seint öfund
Sem er ekki og aldrei gert vit
Og  treysta því að ég trúði og var svo sterk Og hefur merkt mér svo viss um alltOg hún segir mér  hún er eftirfarandi leið ljóssins
Og hún segir mér  ég mál enn fyrir hanaEn hún gerir í staðinnEyði mínum minnir á verk okkar með sæmd
Meiða okkur bæði í nafni fífl reiði Og hún segir mér  hún er sterk...
Og hún segir mér að það er góð leið...En hún segir hún vill  deyja!




sem er ekki og aldrei ge rt vit


quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ariel

 Engraçado! Fazia mais de um mês que eu não sonhava com nada... Nessa madrugada mal-dormida de 15 pra 16 de fevereiro de 2011 finalmente me veio alguma coisa. Um sonho diferente, como são praticamente todos eles, nítido, estranho, e como todos os outros sujeito a toda sorte de análise... É! Sempre fui bom em analisar sonhos dos outros, mas incapaz de avaliar os meus próprios. O que chamou a atenção nesse caso foi justamente a ausência de qualquer coisa conhecida, senão de mim mesmo: Sem lugares necessariamente familiares, sem pessoas conhecidas ou desconhecidas, sem nada! Só eu mesmo e o ambiente. No sonho, me sentia extremamente "jovem", mas minha imagem, apesar de reconhecível, não era igual a nada do que eu tenha sido um dia. Sentia meu rosto rejuvenecido, liso, e meu corpo pequeno e franzino vestia roupas claras e leves, que eram tomadas por uma atmosfera azul e luminosa, como tudo em volta no sonho. Me encontrava numa posição reclinada, meio deitado, com uma das pernas dobradas e outra esticada, a parte superior do corpo apoiada sobre os cotovelos. Era uma posição confortável, embora me sentisse de alguma forma paralítico. Incrível que pareça, era uma paralisia confortável. Uma coisa que talvez seja a única um pouco mais familiar (me remete à infância, quando tinha entre 7 e 8 anos) era o fato de estar no alto de uma colina, com minha cabeça reta e atenta ao horizonte, enquanto o corpo jazia sobre as raízes de uma árvore, que era diferente do carvalho seco da minha escola de 1ª série, parecia mais ser um enorme freixo, de tamanho absurdamente colossal, cuja incrível quantidade de folhas estranhamente não produzia qualquer sombra. A noite, de céu anil e limpo, mas sem estrelas, estava iluminada pela lua. Mas não era possível ver essa lua, pois ela dava a impressão de estar exatamente encima da árvore. A altura da colina também era enorme, e de lá dava pra ver, apesar de uma névoa fina que parecia ofuscar suavemente tudo abaixo, um sem-fim de campos de gramas altas, que sacudidas pelo vento, dançavam emitindo um som extremamente agradável: O único estímulo auditivo de todo o sonho. Sentado sobre uma das raízes, que eram cobertas de um musgo úmido e vivo, comecei a ver e sentir que caranguejos passeavam, um por vez, sobre a minha mão direita. Não eram muito, no máximo sete ou oito, e eu os assistia passarem de forma tranqüila, impassível. Este é outro fato curioso do sonho: Reagia a tudo com muita naturalidade. Voltei minha cabeça lentamente para a esquerda, e em outra das raízes, está sentado um ser quase idêntico ao que já vi em outros sonhos tanto mais recentes como bem mais antigos. Tinha as formas de um ser humano, embora aparentemente sem sexo e sem rosto, e era tomado por uma luz branca muito intensa contornada por uma espécie de aura índigo meio apurpurada, e que impedia que se fosse visível qualquer coisa senão os contornos de seu corpo. Este ser segurou minha mão esquerda de uma forma estranha, porém delicada, pela veia do pulso, e a sensação de seu toque era algo não bem descritível: De certa forma intensa, mesmo sem ser boa nem ruim, sem causar dor nem prazer, medo nem alegria. Um detalhe que torna essa figura diferente das outras dos outros sonhos, é que de alguma forma me veio à mente o seu nome: Ariel (embora jamais tenha conhecido ninguém, homem ou mulher, com esse nome). No sonho, eu acabei por chamá-lo por esse nome, embora não conseguisse ouvir minha própria voz, chamei-o Ariel. Porfim, esse ser ergue delicadamente sua mão esquerda e num gesto manso fecha meus dois olhos. Nessa hora eu acordei, respirei uns segundinhos de letargia e olhei o relógio do celular: Eram 3 e 34 da manhã ainda, minha atenção se voltou a um petulante mosquito que zumbia ao meu ouvido, com seu vôo gordo após ter se alimentado muito bem do meu sangue. Só fui cair no sono novamente lá pelas 6 horas, e não tive nenhum sonho em seguida.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Você é?

Quem sou eu: Não sou do tipo que cometeria o erro de definir, verbo "ser" é o que a gente mais usa o tempo todo... (Só nessa frase usei ele três vezes)... Tem gente que pensa ser aquilo que mostra aos outros, tem gente que pensa ser aquilo que pensa, alguns até acham que são o que sonham pra si ou pro mundo, outros dizem ser aquilo que fazem, e tem também quem ache ser aquilo que fala... 
 Separo bem, não vejo a integridade do "ser" em nada disso, na realidade, é mesmo uma pena que tanta gente se restrinja a isso, apenas isso! É como colar o próprio rótulo na testa, se limitando a algo visível, mais do que o rótulo, é a marca de ferro, pois quando se quer, se faz permanente, e embora seja permanente, será sempre, sempre superficial. Feliz o que sabe ser, sabendo-se pertencente a esse mundo, que é sempre muito maior, e muito menos material do que a gente sempre imagina que ele é, mas que mesmo pertencente a esse mundo, mesmo sabendo procurar, fazer e deixar-se contagiar do bem que existe nesse mundo, jamais permite ao seu ser que seja restrito a ele. Feliz daquele que procura olhar por primeiro no espelho aquilo que brilha no fundo dos seus próprios olhos, e sabe que mais do que qualquer roupa, cabelo ou sorriso, isso pode torná-lo o mais belo ou o mais repulsivo dos homens, às vezes em questão de segundos. Bem-aventurados os que têm a oportunidade, e são capazes de enxergarem no espelho além de si mesmos, a presença das duas pessoas que mais lhes amaram e lhes protegeram no mundo e do mundo, e assim saberem amá-los sobretudo, por não dever a eles nada menos do que suas próprias vidas... Bem-aventurado aquele que é capaz de entrar em contato, e de partilhar com os outros, de se permitir viver as melhores e as piores experiências com o outro, sem medo de "perder a sua personalidade", sabendo que o "ser sempre eu mesmo" não é e não pode ser "ser o mesmo sempre" e sabendo acima de tudo que não há elite, não há escória, não há o pior ou o melhor, sendo mais novo, sendo mais velho, sendo mais rico ou mais pobre, mais culto ou mais ignorante, o seu próximo será apenas diferente, e pelo simples fato de ser diferente, já tem algo para ensinar, algo pra acrescentar. Mais feliz aquele que consegue confiar de verdade, e por mais que já tenha sofrido, acredite na verdade, diga a verdade, e mais do que tudo respeite o valor da verdade que diz, sem confundir o "falar o que pensa" com o "falar sem pensar", ou o "falar o que vem à cabeça". Por fim, feliz de você, meu irmão, que teve o saco de ler isso aqui e talvez tenha me achado um idiota por tentar definir o "ser" nessas linhas limitadas do meu blog, você sabe que "ser" é muito mais do que isso, você sabe quem é, e você sabe que amanhã por mais que você não seja mais a mesma pessoa, vai ser sempre você... Depois de usar esse verbo "ser" 36 vezes só nesse textinho eu posso te dizer: Feliz de você!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

E pra 2011?






 É muita coisa... Mudanças umas; Permanências algumas; Possibilidades tantas; Esperanças mais... Vamos separar pelos quatro cantos:

 Pro físico/material, nada melhor e mais digno de ser agradecido que a saúde perfeita! Essa é a primeira permanência da qual eu faço questão! Mais do que nunca vem aquele velho anseio pela tal independência material, seja nas aulas pra ensino fundamental e médio, seja pro fabuloso mundo dos ímãs-de-geladeira, é válido ir de cabeça. Pra pagar viagens, uma autoescola, e quem sabe dar entrada em um carrinho? Sonhar custa?

 Na vida acadêmica e por assim dizer "intelectual", espero um desempenho ainda muito melhor esse ano, pois já vejo acenar pra mim ao longe a tal "dona Monografia", e é bom mostrar serviço, é bom estar pronto!


 No pessoal, ai ai... Quanta mudança, e que maravilhosa mudança! Nunca mais chamar de "liberdade" o ato de vagar em autodepredação, como se isso protegesse alguém, quando só endurece e suga. Continuar a dar o merecido valor aos tantos amigos que mostraram tê-lo durante os "perrengues" de 2010. E, claro, cultivar com toda a alma isso de tão lindo que foi plantado no fim desse ano, com essa maravilhosa "Maga Patalógica" ;p, sendo atencioso, sério, companheiro e verdadeiro, e sobretudo sem deixar de apoiar, confiar e acreditar como um Homem, pois no fim não é nada menos do que ela merece, nem nada mais do que o que deve ser feito e eu disse que faria. Seja na correria compreensível do dia-a-dia, seja nesse nosso tempo estranho que passa anos intensos em meses.


No mais, pro meu velho espírito, tão tão mais velho do que eu, não sei de planos, mais do que deixá-lo voar sozinho, contagiar, ser contagiado, e manifestar tudo, tudo por si só, seja lá o que aconteça ou possa acontecer, ou ainda pareça poder acontecer, seja lá o certo, seja lá o errado, que eu seja em essência aquilo que independe de qualquer circunstância: Vida!

Retrospectiva...



Vamos ver... Ah, meus 20 aninhos! Tão esperados, por nenhuma razão especial esperados, mas sim esperados... Ai, esse ano que foi uns quinhentos em um... Por mês, vou tentar balbuciar eventos sem anacronismo, de acordo com o que eu acho que se passava na minha cabeça no contexto em que esses eventos se passaram:

Janeiro- Ah! Nunca fui tão longe na vida! Boa Viagem, Itamaracá, Olinda, Casaforte, Serrambi, Recife Antigo, Paulista... Gente educada, lugar lindo, cidade grande, cheia de história... Pouca Chinfra, Brennand, Desliga a Bomba, Vai Dá na Praia... Espero voltar em breve...

Fevereiro- Volta a Curitiba! E à velha e velha Universidade Federal do Paraná... hahah! É bom reencontrar seres da noite e "migucsos", como "calouros"... É bom brincar de veterano... É bom ter amigos! Seja saindo de "zumbi" na companhia de uma anacrônico "Cristo Pigmeu", seja saindo no carnaval pra ouvir rock no porão!

Março- Festas à parte, aqui retorna a veeeeeelha vida acadêmica, as veeeeeeelhas resenhas gigantescas de catálogos gigantescos e trabalhos gigantescos... Ah! E é legal ser um "veterano sociável" e apresentar orgulhosamente aos seus as particularidades de um ambiente que só você percebe, do jeito que só você percebe... No mais, meu amigo, você tinha razão! Foi bom dar um crédito à abominável exclusividade... Nunca menti pra criança... Foi mesmo um prazer cantar pra você!

Abril- Foi mesmo um prazer, por que não?! Não minto por despeito... Foi mesmo um prazer levantar as opiniões de si sobre si... Acreditar que dava chão à pequena fantasia... Que dava prosa pro eterno e enjoativo musical... Que na páscoa poderia ter provado um pouco mais de consequência e outro tanto mais de realidade... Mas, ah! O tal sexto sentido aqui funciona, pois ele já sabia desde o começo...

Maio- Foi tão bom "precisar" de uma e achar outros tantos... Se não vê verdade no "to com vc", que mal faz? Tenha o velho e sufocante abraço do Mundo pra qualquer coisa... Ele pode acabar com você fazendo com que você ache que te fortalece... E daí? Enquanto se acredita nessa invulnerabilidade, por mais falsa que ela seja, nem se sente a sujeira e o dano a princípio... Fiz 20 anos, duas décadas aqui, acolá... Agradeço a mão da mãe de Sara pelo socorro no meu aniversário... Eu disse que as coisas iam ficar melhores não disse?

Junho- E pelos sucedidos desse mês e do anterior, mesmo que hoje pelo-que-quer-que-seja-e-que-eu-não-faço-idéia-do-que-é se mantenha à distância fria, obrigado pelo apoio e pelo pacto feudal, filha de Boa Mãe, no que foi feito, fez muito mais do que o esperado, muito mais do que o necessário! Mês de estresse com mudança de casa... E lá vou eu pro Santa Cândida entre caixas e sacolas, hahahah! Obrigado à vó pela ENORME paciência... No mais, mais um mês de andar de Intruder pelo velho Largo, de ir ver e respirar tanto a igrejinha, quanto a catedral,  quanto o centro espírita, quanto a mesquita, quanto a sinagoga! Fim de semestre, preciso dizer mais?

Julho- Recesso e um tédio pavoroso, afogado na Biblioteca Pública, nas tarefas domésticas e na rota Curitiba-Araucária... Curtas viagens, idas e vindas, aniversário da mãe, Santa Catarina, negócios da Igreja...

Agosto- Eita! Lá vem o Quarto Período! Volta também grande parte do "social"... Às vezes é bom ser mediador, é bom consolar as pessoas, é bom ter dois ombros... Oficinas, pesquisas, planos e serviços lucrativos, mancada homérica (fazer o que? bem feito)... E o mais importante: Finalmente nossa casa!

Setembro- A companhia do senhor foi diferente esse mês: Não pela debilidade da saúde, nem pelo ar que faltava... Foi só diferente! Não pelo silêncio ou pela aparente apatia... Mas de algum jeito pela presença, pela alegria calada (como você nunca foi) nos 3 anos do teu netinho, e nas largas horas sentado na poltrona-de-papai, entretido com um documentário ou um jogo de futebol... De certa forma o tempo passou bem lento, mas bem leve ao teu lado, e a cada momento que em outra ocasião causasse tédio ou irritação ao teu jovem neto hiperativo, eu simplesmente olhava o teu sono, e via graça de Deus na tua respiração. Se eu ainda não sabia foi ali que eu vi o meu melhor amigo! Na vida acadêmica, diria um professor, "il buono e vecchio cazzo della manca di tempo di sempre!"... Idéias, campanhas, ímãs, cartazes, tudo pra fazer a cabeça funcionar... E melhor: O bolso encher! No mais, muito bom conhecer as cabras de um sábado à noite, e mais que uma honra a amizade que se fez depois disso... E simplesmente fantástico e curioso achar tanto em comum e tanto em incomum, na imponência engraçada de uma certa figurinha de preto que entra na sala e também põe o pé na carteira... Eita! Comédia astrológica!

Outubro- Poderia dizer um tanto mais do que já disse, escrevi e deixei passar sobre o senhor... Melhor deixar isso aos pés da Santa do que num blog de internet, pois graças a Deus, o senhor não está aqui pra ler... Todos que enxergam imaginam o drama da cabeça sem os olhos, mas ninguém jamais parou pra pensar a dor dos olhos se não têm pra quem enxergar... Tudo bem! Nessas fraquezas é praticamente indolor o pesar da inconfidência alheia, seja por uma série de mentiras ditas a quilômetros de distância, seja por uma medíocre dor de cotovelo... E por outro lado, tornam-se ainda mais belas as mãos que se estendem pra segurar as nossas... De quem aparentemente sem qualquer outro motivo se põe ao lado, e mostra que qualquer coisa que a tal "liberdade" egoísta e porca já nem acreditava: Ágape, partilha, paz e sobretudo Confiança! Tolo o que se fecha numa pesada armadura escura de libertinagem, pois no calor torrencial que vem de dentro, vai precisar de muito esforço, também de dentro, pra poder tirá-la!

Novembro- O tempo, e a correria que ele impõe são o melhor analgésico! Aperta a correria do estudante... Aperta mais a do desempregado... De volta ao ambiente de Igreja e à "pequena  família". No mais, a companhia da "maga branca" e todos os ventos, vai muito além de qualquer aprendizado, uma noite em claro pra poder ver, uma noite em claro pra poder abrir, e pra poder começar a fase nova que aqui dentro leva tempo e esforço pra acostumar. Tudo tão válido! Sentir e começar a decorar os extremos de quem é "Oito ou Oitenta". E se ainda houvesse qualquer receio, ouvir um coração que grita pelo telefone, e justamente em um momento de mágoa, raiva e angústia, mostra o quanto se importa. E ter certeza de que vale a pena, e de que tudo é muito mais que real, muito mais que sincero. No dia 28 se assume e se planta uma semente pro novo ano. Só meu coração, quando sério e dedicado, de Homem pra cultivá-la, pois mais do que nunca, é hora, e vale a pena!

Dezembro- Chegam os Miranda! Nada, ninguém melhor que a minha gente! Das alegrias das tias, dos bares com os primos, de brincar de Lego e massinha no tapete com a sobrinha. Pouco espaço, muita gente, pouco sono, muita alegria... Como é precioso! A  vida acadêmica tem fim com saldo positivo esse ano... E a expectativa e a esperança fazem pensar: E pra 2011?